Mishná em hebraico e português - Ordem NEZIKIN - Tratado Shevuot

Código: JKKFX24N9 Marca:
R$ 100,00
até 2x de R$ 50,00 sem juros
Comprar Estoque: Disponível
    • 1x de R$ 100,00 sem juros
    • 2x de R$ 50,00 sem juros
    • 1x de R$ 100,00 sem juros
    • 2x de R$ 52,26
    • 3x de R$ 35,35
    • 4x de R$ 26,90
    • 5x de R$ 21,83
    • 6x de R$ 18,45
    • 7x de R$ 16,04
    • 8x de R$ 14,24
    • 9x de R$ 12,84
    • 10x de R$ 11,72
    • 11x de R$ 10,80
    • 12x de R$ 10,04
  • R$ 100,00 Boleto Bancário
  • R$ 100,00 Entrega
* Este prazo de entrega está considerando a disponibilidade do produto + prazo de entrega.

Edição bilíngue (hebraico e português) no formato 14x21 cm e encadernação de luxo de cada um dos tratados da Ordem Nezikin (Prejuízos), que trata das leis referentes a negociações financeiras, ao pagamento de danos causados, a disputas judiciárias etc. Ver abaixo a relação dos tratados. Para adquiri-los de forma avulsa, clique na janela de opções abaixo e escolha um livro de cada vez. Os preços variam de livro para livro.

 

Mishná - TRATADO SHEVUOT

O Tratado Shevuot aborda o tema dos juramentos, que são uma declaração que alguém pode fazer criando para ela uma proibição ou uma obrigação de executar algo, ou uma declaração legal para estabelecer a verdade das declarações sobre as quais a pessoa jurou.

Existem quatro tipos básicos de juramentos da Torá: (1) juramento de declaração; (2) juramento em vão; (3) juramento de testemunho; (4) juramento de depósito (Rambam, Hilchot Shevuot).

Juramento de declaração

Este é um juramento no qual uma pessoa jura que realizará um ato em algum momento no futuro ou que não vai realizá-lo. O juramento cria uma obrigação de fazer o que ela jurou ou se abster daquilo que ela jurou não fazer. Há também um segundo tipo de juramento de declaração, que diz respeito a um acontecimento passado. Trata-se de um juramento em que a pessoa jura que fez algo ou que não o fez.

Alguém que não cumpre o seu juramento sem intenção deve trazer um tipo especial de corban (oferenda) chatat (uma oferenda que era levada ao Altar do Templo) para expiar pelo seu pecado (Mishná 3:7). Ele é chamado de oferenda chatat variável. Essa oferenda, que é trazida para outros dois pecados também, será explicada abaixo.

O juramento da declaração é o assunto do Capítulo 3.

Juramento em vão

Um juramento em vão é sobre algo que é obviamente falso ou claramente verdadeiro ou ainda sobre algo impossível de cumprir ou acontecer (porque é fisicamente impossível ou porque é proibido pela Torá). Em resumo, é um juramento inútil ("em vão"). Esse juramento é discutido no final do Capítulo 3. 

Juramento de testemunho

Esse é um juramento feito por testemunhas em resposta a um pedido de alguém para que se testemunhe a seu favor a respeito de uma questão monetária. Após o pedido, as testemunhas afirmam que não sabem de nada a respeito do caso em questão e juram sobre isso. Se, mais tarde, as testemunhas afirmam que mentiram e que sabiam de alguma coisa que teria ajudado a outra pessoa no tribunal, elas devem trazer uma oferenda chatat variável. A oferenda expia pelo juramento em falso das testemunhas, mesmo que o pecado tenha sido intencional. Esse juramento é assunto do Capítulo 4.

Juramento de depósito

É um juramento feito por uma pessoa para negar uma alegação (uma reclamação) monetária contra ela feita por outra pessoa. Se mais tarde ela confessa que mentiu e, portanto, jurou em falso, tem de pagar o que deve mais um quinto adicional do valor e trazer um corban (oferenda) asham. Isso está escrito na Torá em Vaicrá 5:20-26 e é discutido no Capítulo 5.

Juramento imposto pelo tribunal

Existem casos em que o tribunal exige que a pessoa faça um juramento relacionado a questões financeiras. Um deles é o juramento de alguém que admite parte da alegação. Quando um réu admite parte de uma alegação/acusação feita contra ele, mas nega outra parte, ele deve fazer juramento da Torá que realmente não deve a parte que nega. Se ele não o faz, tem de pagar o valor total da acusação. Esse juramento é o assunto do Capítulo 6.

Outro juramento imposto por um tribunal discutido nesse Tratado é o juramento de um shomer, alguém que é responsável por tomar conta da propriedade de outro. Se o item ou objeto deixado sob os cuidados de um shomer for perdido, roubado ou destruído, o shomer pode ou não ter de pagar por ele, dependendo do tipo de shomer que ele é e das circunstâncias da perda ou roubo. Se ele alegar que não tem de pagar (por qualquer um dos motivos que isentam um shomer desse tipo de pagamento), ele deve fazer um juramento de que sua afirmação é verdadeira, que o objeto não está mais sob sua posse e que ele não pegou o objeto indevidamente para si para que a perda ou o roubo ocorressem. Esses juramentos são discutidos no Capítulo 8.

Alguém que faz um desses juramentos falsos está sujeito às mesmas regras de alguém que faz um juramento de depósito falso.

Juramentos Rabínicos

Além dos juramentos da Torá já mencionados, os Rabinos impuseram vários outros juramentos relacionados a questões financeiras. Esse juramento é conhecido como juramentos da Mishná, e eles são discutidos no Capítulo 7.

[Há ainda outro juramento instituído no período pós-Mishná, conhecido como juramento heisset. Esse juramento é imposto quando o réu nega completamente uma acusação, como será explicado no Capítulo 6. Como esse juramento foi instituído na época do Talmud (Guemará 40b, RambamHilchot Toein VeNitan 1:3), a Mishná nunca se refere a ele].

Juramentos impostos

Geralmente, um juramento é feito pela pessoa que o declara. No entanto, a Torá ensina que os juramentos de depósito e de testemunho também podem ser impostos pela pessoa que faz a acusação contra o réu. Isso será discutido nos Capítulos 4 e 5.

Corban (oferenda) chatat variável

Há muitos pecados para os quais a pessoa é obrigada a trazer um corban (oferenda) chatat para expiação. [Isso será explicado na Introdução Geral ao Tratado Zevachim]. A regra geral de um corban (oferenda) chatat é que o pecador traga uma ovelha ou um cordeiro (um carneiro filhote) para ser oferecido no Templo. Em relação ao corbanchatat variável, no entanto, o pecador só traz uma ovelha ou cordeiro se for alguém que pode pagar por um animal desses. Se ele é pobre demais para isso, ele traz duas pombas ou pombos jovens (um como chatat e o outro como olá). Se, mesmo assim, ele é muito pobre para isso, traz uma oferenda minchá, feita de farinha fina. Isso está escrito em Vaicrá 5:6-13.

Como mencionado acima, um juramento de declaração e um juramento de testemunho estão sujeitos a um corban chatat variável. A passagem da Torá que ensina a Lei sobre esse corban também ensina que outro pecado também está sujeito ao chatat variável: a tumá do Templo e seus objetos sagrados. Isso se refere à proibição de uma pessoa que está tamê de entrar no Pátio do Templo ou comer alimentos santificados (sacrifícios). A pena por fazer isso é caret, se feito intencionalmente, e corbanchatat variável, se a pessoa fez sem intenção. Pelo fato de esse pecado ter o mesmo corban de expiação dos juramentos de declaração e depósito, as Leis sobre ?tumá do Templo e seus objetos sagrados? estão incluídas nas discussões desse Tratado. É o assunto principal dos Capítulos 1 e 2.

Concluindo esta Introdução, gostaríamos de ressaltar a grande severidade que a Torá coloca no pecado de fazer um juramento em falso. A Guemará (39a) diz que no momento em que Deus disse no Monte Sinai, Você não deve levar o Nome de Hashem, o seu Deus, a um juramento falso, o mundo inteiro tremeu. Ao contrário de outros pecados, nos quais a punição pode ser evitada com a expiação correta, o pecado de um juramento falso é tão grave, que a punição não pode ser completamente evitada. Além disso, a punição não vem somente sobre a pessoa, mas, em certa medida, atinge a sua família e o mundo como um todo.

R$ 100,00
até 2x de R$ 50,00 sem juros
Comprar Estoque: Disponível
Sobre a loja

Horários da loja: Segunda à quinta-feira / 08h00 às 17h30 / sexta-feira de 8h00 às 16h00 / Feriados Judaicos não funcionaremos! Novo endereço, Próximo ao Porto de Vitória. Av. Getúlio Vargas, 247 - Centro, Vitória - ES, 29018-075 Sala 601 - Sind Arrumadores Portuários CNPJ: 29.057.711/0001-84 Safra livraria e editora.

Pague com
  • PagHiper
  • PagSeguro
Selos
  • Site Seguro

Safra Comércio Varejista e Atacadista de Livros LTDA - ME - CNPJ: 29.057.711/0001-84 © Todos os direitos reservados. 2021