Mishná em hebraico e português - Ordem NEZIKIN - Tratado Avodá Zará

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Edição bilíngue (hebraico e português) no formato 14x21 cm e encadernação de luxo de cada um dos tratados da Ordem Nezikin (Prejuízos), que trata das leis referentes a negociações financeiras, ao pagamento de danos causados, a disputas judiciárias etc. Ver abaixo a relação dos tratados. Para adquiri-los de forma avulsa, clique na janela de opções abaixo e escolha um livro de cada vez. Os preços variam de livro para livro.

 

Mishná - TRATADO AVODÁ ZARÁ

O Tratado Avodá Zará (literalmente, culto estrangeiro) lida com o tema da idolatria. O pecado da idolatria é considerado um dos mais graves do Judaísmo e é uma das três transgressões pelas quais uma pessoa deve desistir de sua vida, em vez de violá-las (San'hedrin 74a). Os dez mandamentos começam com a declaração "Eu sou Hashem, Seu Deus ..." e continua com a proibição "Você não reconhecerá os deuses dos outros na Minha presença (Shemot 20:2-3)". Este mandamento e proibição instituem a base da Fé Judaica - a crença no Deus Único - sobre a qual se baseiam a observação de todas as outras mitsvot da Torá.

Como os nossos Sábios afirmam: "A mistvá proibitiva de não fazer idolatria é igual a todas as outras mitsvot combinadas. Pois quem aceita fazer idolatria rejeita toda a Torá, todos os Profetas e tudo o que os Profetas falaram, de Adam até o fim dos tempos. E todos aqueles que rejeitam a idolatria reconhecem a verdade de toda a Torá, de todos os Profetas e tudo o que os Profetas falaram, de Adam até o fim dos tempos. Este é o fundamento de todos os Mandamentos" (RambamHilchot Avodat Cochavim 2:4, de Horaiot 8a e Kidushin 40a).

A Torá menciona a proibição contra a idolatria muitas vezes e acrescenta muitas proibições associadas, além de Mandamentos positivos. Há um total de 51 mitsvot da Torá proibindo a idolatria, de seguir os caminhos dos idólatras (Rambam, prefácio de Hilchot Avodat Cochavim).

As proibições e penalidades que se aplicam a quem acredita em ídolos ou pratica idolatria já foram discutidas no sétimo capítulo do Tratado de San'hedrin. Este Tratado de Avodá Zará aborda principalmente as Leis sobre como devemos tratar os ídolos e as proibições de se obter qualquer benefício deles e dos objetos usados na prática da idolatria. Ele também lida com as relações e interações sociais dos Judeus com os adoradores de ídolos, assim como com os alimentos dos idólatras.

  1. Obter benefício de um ídolo

É proibido para um Judeu obter qualquer benefício de um ídolo, das coisas usadas para decorá-lo ou servi-lo e os itens que são levados a eles como oferendas. A Torá traz duas proibições a este respeito: (a) ?Você não deve trazer uma abominação para a sua casa? (Devarim 7:26); e (b) ?Nenhuma parte de uma propriedade proibida pode aderir à sua mão? (Devarim, 13:18). Assim, se um Judeu tem um objeto idólatra em sua posse, ele não pode usá-lo para alimentar o seu animal, como combustível, nem mesmo utilizá-lo como peso de papel. Ele também não pode vendê-lo a um idólatra, já que o dinheiro que ele recebe também é considerado como benefício obtido de um ídolo.

O segundo, terceiro e quarto capítulos deste tratado abordam extensivamente essas proibições, assim como sob quais condições esses objetos podem ser permitidos.

  1. Vinho nessech - vinho comum de um idólatra

Grande parte deste Tratado aborda as proibições que se aplicam ao vinho dos idólatras e ao vinho de um Judeu que foi manuseado por um idólatra. O vinho que foi jogado como libação para um ídolo é proibido pela Torá de se obter qualquer benefício dele, assim como outras substâncias trazidas como oferendas ao ídolo. Esse vinho derramado ao ídolo é conhecido como - "vinho nessech".

Os Sábios também proibiram o vinho comum dos idólatras, ou seja, o vinho pertencente a um idólatra, mesmo que seja sabido que ele não o utilizou para uma libação. Eles fizeram isso para limitar a possibilidade de socialização entre os Judeus e os idólatras, o que poderia levar a casamentos mistos (Guemará 36b). Neste caso, teria sido suficiente proibir apenas beber esse vinho. No entanto, uma vez que os Sábios proibiram beber esse vinho, eles também proibiram de se ter benefício dele.

Os Sábios também proibiram o vinho de um Judeu que foi tocado por um idólatra, por causa da possibilidade de ele ter feito uma libação com ele. As muitas questões levantadas por essa proibição são discutidas em profundidade no final do capítulo 4 e durante a maior parte do capítulo 5.

III. Auxiliando na idolatria ou na imoralidade

É um princípio da Torá não ser apenas proibido a alguém violar a Lei, mas também não é permitido fazer com que outro - seja ele Judeu ou não - viole uma lei da Torá. É, portanto, proibido para um Judeu auxiliar um idólatra - mesmo um não Judeu - ou levá-lo a transgredir as proibições da Torá contra a idolatria ou relações imorais (ou qualquer uma das outras Leis de Noach). Além disso, os Sábios proibiram que um Judeu se envolvesse em certas situações que pudessem levá-lo a ser atraído para as práticas idólatras ou imorais dos idólatras. Os dois primeiros capítulos deste Tratado discutem as muitas atividades proibidas para um Judeu, por essas razões.

  1. Protegendo os Judeus dos perigos da sociedade

Os Sábios promulgaram diversos Decretos para proteger os Judeus de caírem em situações nas quais poderiam ser fisicamente abusados ou mesmo mortos por idólatras. Os Sábios da Mishná e do Talmud viviam em um mundo pagão. Eles testemunhavam, em primeira mão, o comportamento e os padrões das sociedades que adoravam ídolos (veja Guemará 22b). Essas sociedades não haviam sido civilizadas pelas Leis justas e misericordiosas da Torá e, portanto, aceitavam todos os tipos de práticas horríveis, sacrifícios humanos - até mesmo os sacrifícios dos próprios filhos eram considerados aceitáveis e até louváveis (Devarim 12:31; Veja Reis 17:31). As terríveis crueldades e a extrema imoralidade do Império Romano cercavam os nossos Sábios.

Nesse mundo, até pessoas comuns eram suspeitas de fazerem coisas que nos parecem difíceis de serem acreditadas hoje em dia. Foi com uma enorme compreensão desses perigos que os Sábios promulgaram os Decretos para proteger os Judeus de se ferirem. Esses Decretos não se basearam em medos e preconceitos irracionais, mas nas realidades do mundo em que viviam.

As Leis da Torá destinam-se a criar um modo de vida que seja agradável e pacífico, como afirma o versículo (Provérbios 3:17) "Seu caminho é um caminho agradável e todas as suas veredas são de paz" (veja Guitin 59b). É desnecessário dizer que a Torá espera dos Judeus que ajam com dignidade e simpatia com qualquer pessoa que seja correta e decente - Judeus e não Judeus. Somos ordenados a auxiliar e a respeitar qualquer idoso não Judeu (Kidushin 33a) e ajudar a sustentar os pobres de todas as nações, visitar os seus doentes e enterrá-los com dignidade, como fazemos entre os próprios Judeus (Guitin 61a; RambamHilchot Melachim 10:12).

Um dos elogios que são feitos ao grande Sábio Raban Iochanan ben Zacai é que ele foi sempre o primeiro a oferecer uma saudação a qualquer um que passasse na rua - Judeus e não Judeus (Brachot 17a). A Guemará, neste Tratado (10b, 18a), ensina que os não Judeus justos têm uma parte no Mundo Vindouro. É somente quando nossas interações com não Judeus (que eram todos idólatras em tempos antigos) podem levar a perigos físicos ou espirituais, a casamentos mistos, idolatria e imoralidade, que os nossos Sábios promulgaram seus Decretos para nos proteger e nos impedir de nos afastarmos dos caminhos da Santidade exigidos pela Torá.

Que seja a vontade de Hashem, que rapidamente mereçamos ver o cumprimento do versículo (Isaías 11:9) "Eles não causarão dano, nada destruirão em todas as Minhas Sagradas Montanhas, porque o mundo estará cheio de Conhecimento de Hashem, como as águas que cobrem o mar".

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